A partir das 5h30 de hoje, homens do Batalhão de Choque e da AMC irão impedir o bloqueio dos acessos aos terminais
Os rodoviários — motoristas, trocadores e fiscais de ônibus — de Fortaleza voltaram, ontem, a fechar os terminais do Papicu, Siqueira, Lagoa, Parangaba, Messejana e Antônio Bezerra, em protesto contra o reajuste salarial de 8% acordado entre Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus do Ceará (Sintro) e Sindicato das Empresas de Ônibus do Estado do Ceará (Sindiônibus). No início da noite, pelo menos 885 coletivos, representando 50% da frota do transporte urbano da Capital (1.775), deixaram de circular e ficaram estacionados nos terminais e imediações.
No período da manhã, parte da categoria cruzou os braços por uma hora, entre 8h30 e 9h30, causando indignação e revolta entre os passageiros. Mas a situação começou a ficar crítica no fim da tarde, quando milhares de pessoas, que estavam saindo do trabalho, tomaram conhecimento da paralisação. Alguns optaram por voltar para casa de mototaxis ou vans. Outros, entretanto, foram obrigados a fazer o percurso a pé. DIÁRIO DO NORDESTE


